sábado, 6 de maio de 2017

Veículos destruídos chamam atenção em Petrópolis

Centro Histórico

Um carro e uma motocicleta destruídos chamam a atenção no Centro Histórico de Petrópolis. Em cima de cada veículo, os cartazes justificam a cena: “Maio Amarelo – mês de conscientização do trânsito seguro”.

O movimento Maio Amarelo visa chamar a atenção para a urgência em diminuir as estatísticas de acidentes de trânsito não só no município, mas em todo o país. A imagem, que se repete no Trevo de Bonsucesso, em Itaipava, é impactante e está cumprindo seu papel chocando a população.

Trevo de bonsucesso - Itaipava

 
Os veículos destruídos são provenientes de acidentes de trânsito que ocorreram em Petrópolis e sofreram perda total. Dados do Corpo de Bombeiros apontam que somente nos três primeiros meses de 2017, houve 146 atendimentos relacionados a casos de capotagens, colisões, quedas de carros e motos. Já o Hospital Santa Teresa, referência em trauma na cidade, realizou 257 atendimentos a vítimas de atropelamentos e colisões de veículos.
           

Para o diretor-presidente da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans), Maurinho Branco, a iniciativa de colocar os carros destruídos em pontos estratégicos da cidade, visa mostrar as pessoas que estamos todos vulneráveis a acidentes, caso não haja uma mudança de comportamento.

- A imagem de um carro destruído não é bonita. Ao contrário, as pessoas olham com certo receio, mas invariavelmente especulam sobre como aquilo aconteceu. Queríamos não ter carros destruídos para esse tipo de ação, mas enquanto tivermos vítimas de acidentes, vamos continuar realizando campanhas para mudar essa realidade -, diz o diretor-presidente da CPTrans.

A imagem chamou a atenção do administrador Antonio Pereira Chirst, que parou com o carro no semáforo observando a cena enquanto esperava o sinal abrir. Morador de Itaipava, ele dirige todos os dias até o Centro e afirma: Vejo cenas de imprudência todos os dias e já cansei de passar por veículos como este na rua. Graças a Deus nunca passei por isso, mas infelizmente, no trânsito, todos somos responsáveis e estão sujeitos a um acidente.


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